domingo, 27 de Setembro de 2009

Dando seguimento ao nome do blog, está na hora não de questionar a sociedade, mas sim de referir os dados das eleições legislativas.
O PS venceu as eleições.
Como é de conhecimento de todos os que acompanham aquilo que escrevo, não sou apoiante do PS, e muito menos, de várias das políticas que seguiram, no entanto há que ser objectivo e o país pronunciou-se.
Algo salta aos olhos de todos... o Bloco Central perde mandatos para os mais pequenos o que deve permitir aos partidos do referido bloco que está na altura de ponderam e pensarem sobre o que tem sido feito nos últimos anos...

O importante é que o PS, mais precisamente José Sócrates governe melhor do que aquilo que fez nos últimos quatro anos... e não se esqueça que o país precisa de políticos que façam mais do que ser impositivos.

Boa sorte para Portugal...

sábado, 5 de Setembro de 2009

Liberdade de Expressão

Desde que foi cancelado o jornal da TVI, que está na moda falar da liberdade de expressão e que temos direito a ela e tudo o mais... sou a favor...
Toda a gente aproveitou logo a onda para acusar o Sócrates de ser o responsável deste cancelamento. Atenção, não estou a dizer que ele não é culpado nem que é culpado. Acho apenas que tal como os meios de comunicação tem defendido a liberdade de expressão, também deveriam defender o "não acusar sem provas", porque supostamente todos somos inocentes até prova em contrário, mas apenas se tem visto convidados que batalham nos comentários da liberdade de expressão...

sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Para ganhar, em politica, faz-se de tudo

Está mais que provado que os politicos não valem nada, ou pelo menos 99% deles. Agora, vou bater na Manuela Ferreira Leite, apenas porque me lembrei e porque se contradiz nas afirmações. Aqui há uns tempos disse que se devia estar 6 meses sem democracia para se organizar o país e passo a transcrever o que foi dito:

Retirado do IOL de 18-11-2008
Link da noticia
"
Defendendo a ideia de que não se deve tentar fazer reformas contra as classes profissionais, Manuela Ferreira Leite declarou: «Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia...», fazendo nessa altura uma pausa e deixando a frase por concluir.

«Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se», observou em seguida a presidente do PSD, acrescentando: «E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia»."

Agora fala em asfixia democrática. Diz que há uma asfixia democrática muito grande na sociedade portuguesa, em que há medo de retaliações. Esta então está cheia de piada depois de ter dito que acabaria com a democracia por uns tempos...
Tudo neste video

Mais recentemente em entrevista à RTP diz que vai apresentar um programa eleitoral em que tudo o que lá está é para ser executado, corrigindo-se muito rapidamente para "tudo o que lá está, é susceptível de ser executado". Foi muito rápida aqui...
Diz que promete baixar os impostos... Onde e quantas vezes já nós ouvimos esta cantiga??? Assim que me lembre... só sempre que há eleições....
Tudo neste video

Quando será que temos os nossos politicos a governar um País em vez de governarem o seu próprio umbigo? Quando será que temos politicos a discutir o que realmente interessa em vez de andarem em disputas verbais uns com os outros? Tenham vergonha. Deixem de ser crianças e façam o vosso trabalho como deve ser, que é o que eu tenho de fazer para não ser despedido. E se for despedido não tenho um cargo de gestor numa qualquer empresa a ganhar ainda mais do que ganhava antes.


sábado, 11 de Julho de 2009

Já ouviram dizer que existe uma polémica sobre certos políticos que concorrem a dois lugares, isto é, ao parlamento europeu e a presidente de câmara, ou ainda a deputado, por exemplo (neste caso seria a 3).

Se pensarmos bem na "coisa" estes senhores (e senhoras) só podem mesmo candidatar-se a estas coisas, não vá o diabo tecê-las e eles serem obrigados a trabalhar. Assim, asseguram o "tacho" em todas as frentes possíveis. Possíveis não.. ainda falta uma... ainda podem ser convidados a (des)governar este país.
Meus caros amigos, o problema não é só estes senhores (e senhoras) concorrerem a tudo o que é lugar político, é serem sempre os mesmos, e mais... andarem nisto há anos, e nós ainda deixamos que tal coisa aconteça.
Pensando bem... também vou ser candidato. Decidi agora mesmo ser candidato às legislativas e às autárquicas. Vou formar um partido (por que se for inteiro não tenho hipóteses), e vou candidatar-me a tudo e mais alguma coisa... e garanto que, se vencer, colocarei todos os meus familiares e amigos em lugares de destaque, com grandes salários, e ainda com motorista!!!!! Ups... assim não haveria diferença para com os outros... ahhhh também há outra coisa... nunca ganharia (mas já me disseram isto antes e por acaso até ganhei), mas principalmente, por que não concorreria. Como disse em tempos... adoro dormir de consciência tranquila.
Abreijos

sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Boas...
Não podia deixar passar este "maravilhoso" acontecimento televisivo... "cornos a todos".
Já muito se falou desde ontem sobre a situação protagonizada pelo ex-ministro, mas o que me leva a escrever esta posta é algo que vai muito para lá do gesto... é para falar do nível das intervenções dos nosso políticos.
Como qualquer pessoa atenta, já pude observar, com alguma estupefação (ou talvez não), o nível e o teor dos senhores que nos deveriam representar na Assembleia da República. Os gestos, as palavras e até mesmo os modos como se tratam entre si é, no mínimo, vergonhoso.
Quando será que os nossos políticos passam a ser um grupo de pessoas intelectualmente capazes e não um grupo de indivíduos que andam à procura de um tacho? Não sei... infelizmente.
Mudando de sujeitos, mas mantendo a falta de nível... os dirigentes desportivos...
Hoje ocorrem mais umas eleições num clube, que apesar de não ser o meu, me merece todo o respeito (as instituições estão acima dos seus dirigentes, e isto aplica-se a todas). Apesar de não querer, tenho sido "obrigado" pelos media a assistir a trocas de "mimos" (chamemos-lhe assim) entre advogados, representantes, juristas, e muitos outros, que aumentam a iliteracia do nosso povo.
Uma pergunta me surge... Por que razão este tipo de gente, com este tipo de discurso, continua a ter Tempo de Antena?
Abreijos

segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Eleições Europeias 2009

Olá.

Acho que os resultados apresentados como finais para as eleições europeias, estão errados por princípio. A abstenção não pode simplesmente ser apresentada como um número sem grande sentido, quase a parecer mais um partido político, e ficar por aí a análise. 63.05%, indica-nos um valor elevado, mas que percentagem foi afinal a atingida pelos partidos políticos?

Vamos às minhas contas...

PSD - 11, 71%
PS - 9,42 %
BE - 3,96 %
CDU - 3,94 %
PP - 3,09 %
(...)

Em suma, onde estão os motivos de festejo?
Durante toda a campanha, os vários protagonistas foram avisando que a abstenção é o pior inimigo, e não devemos deixar que decidam por nós, etc. E depois, conhecidos os resultados, temos festa rija a comemorar 11,71% de votos?

"Ah, mas o que conta são os que votam!". Pois, eu sei... mas então quem ganhou foi o nosso pior inimigo. Se o nosso inimigo ganhou, o que há a festejar?
Há sim, que repensar a estratégia. E será possível uma posição concertada das várias forças (ou fraquezas) políticas, com medidas conjuntas, bem pensadas e estruturadas de verdadeira motivação?

Por outro lado, também não acho que a não comparência à votação seja uma real forma de protesto. Não passa de uma desculpa para o laxismo a que se votam estas questões. É o mesmo princípio das greves. Uma falta ao trabalho, não deve ser camuflada com a designação de greve. Na minha opinião, a greve é ir para o local de trabalho e não trabalhar. Isso sim... Tal como ir às mesas de voto, agarrar no boletim e votar em branco... isso é protesto. Aí sim, havia muitas leituras políticas e sociais. Pegar na ideia do Saramago no seu Ensaio sobre a Lucidez.

Mas atentemos agora nos resultados das eleições. O PSD foi o partido mais votado, e concordo que seja uma forma encontrada pelos portugueses que se preocupam (essa reles minoria de pessoas que acham que podem mudar alguma coisa) de castigar o actual governo PS.
Mas será que isto é um prenúncio do que acontecerá nas legislativas? Não! Muito há a considerar. E os socialistas, magoados pela medalha de prata, irão motivar-se e responder à chamada partidária. Ou então não... e o meu redondo "não" anterior, perde todo o sentido.

Em suma, é altura de por as mãos na massa. Preocupem-se com mobilizar os portugueses, re-ganhando a credibilidade que a classe política perdeu. Se a política é a "arte ou ciência da organização, direção e administração de nações", então venham os artistas, que de artolas estamos fartos.

terça-feira, 26 de Maio de 2009

O Bastonário da Discórdia

Tendo sido um contribuidor desnaturado para este blog, visto que este é o meu primeiro contributo, vou me tentar redimir nos próximos tempos ...

O bastonário da ordem dos advogados tem sido o centro das atenções nos últimos tempos ... digamos que ele tem tido um mandato no mínimo polémico. Não tenho seguido em pormenor as últimas guerras e declarações do Bastonário nos últimos tempos, mas tem tido, sem dúvida, uma intervenção "visível" em várias polémicas. São exemplos disso as suas intervenções públicas sobre a criminalidade grave em altos cargos do estado, sobre o Processo da Casa Pia, sobre fraude fiscal nos grandes grupos económicos, sobre o magistrados "maçãs podres" (comentário do Marcelo Rebelo de Sousa sobre o assunto), e agora nos últimos dias sobre a existência de advogados "maus", i.e., que praticam ou ajudam a praticar crimes na classe.

Duma forma ou outra, numa polémica ou outra, já ouvimos falar deste senhor e das suas intervenções polémicas. Contudo, a referência que eu queria fazer neste momento é sobre o que move este senhor a fazer este tipo de intervenções e quais as suas intenções.

A primeira vista, é fácil cair na tentação de louvar o actual bastonário pela sua coragem, que a tem sem dúvida, na denuncia dos factos que todos nós comentamos à volta da mesa de café. Alias, a visibilidade do bastonário tem-se baseado na exploração dos clichés do descontentamento popular: do ataque à classe politica, aos magistrados, às cooperações de uma forma generalizada. O descontentamento popular ate que pode ter fundamento, e tem, por várias razões. Contudo, a táctica usada é do populismo na sua faceta mais primária. "Eles são uns corruptos, e andam ai impunes... eu sei quem são, mas não digo"

Isto é das receitas do populismo mais fáceis de concretizar, pois poem-se tudo em causa e na prática não se faz nada. Ao não concretizar as suas acusções, torna-se o paladino da justiça popular, mas descredibiliza o cargo que ocupa. Esperaria-se que o bastonário da ordem dos advogados, ao fazer acusações desta natureza, tendo demonstrado ter coragem para o fazer, que teria o bom senso de concretizar com exemplos. Não o fazendo, descredibiliza o cargo que ocupa, e leva-nos a todos a pensar nos seus verdadeiros objectivos.

José Judice tem opinião formada e assumida sobre quais seriam a verdadeira agenda do Marinho Pinho (Declarações J.Judice), que quer ser candidato da esquerda a Presidente da República. Não sei se é essa a sua intenção, mas começa-me a parecer que tem uma agenda secundária atendendo às polemicas que escolhe iniciar e como decide travar as suas batalhas.

No fundo, parece-me que a questão é esta: sendo legitimo e necessário provocar a consciência sobre o estado da nação, nas suas diversas vertentes; sendo necessário que de uma forma generalizada a população se interesse pela Res Publica, e faça valer os seus direitos democráticos; é útil que isso se faça à custa da dignidade do cargo do bastonário da ordem dos advogados e com recurso a tácticas de discursos questionáveis?

Dizer que esta tudo mal e que alguem tem que fazer algo para melhorar, é digno de conversa de café... quem o diz a exercer um cargo público deve estar preparado para agir sobre as acusações que faz. Se assim não for, a quem poderá o critico de café recorrer para que seja o "alguém" da sua reclamação. Se quem exerce cargo começar a achar que não tem responsabilidade na resolução dos problemas que nos se poem, não sobra ninguem para os resolver.

... também aqui se vive e se mostra a descredibilização do sistema democratico.




Entrevista da Manuela Moura Guedes a Marinho Pinho
http://www.youtube.com/watch?v=wZLaLO-tTJU

Ex-Bastonário da Ordem dos Advogados defende mandato de Marinho Pinho ate ao Fim
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382937&idCanal=62

terça-feira, 12 de Maio de 2009

Afinal havia pressão... sim pressão alta, baixa, pelo caminho e arredores.

Mais uma excelente notícia para ajudar a melhorar a imagem do nosso PM e do partido que preside.

Aqui não está em causa se a pressão foi a pedido de alguém, ou por auto-recreação. O que está em causa é que dois poderes que não se deveriam misturar, foram miscíveis. O poder político e o poder judicial andam de mãos e pés dados... daí ambos estarem a cair e, desgraça, e a sua credibilidade estar pelas ruas da amargura.

Como disse no passado, gostaria que o nosso PM não estivesse envolvido, não por nutrir alguma consideração por tal senhor, mas por ele ser um dos nossos representantes. Mas começo a ficar farto... por cada escavadela, nova minhoca... e estas minhocas envolvem sempre os mesmos. Já o povo diz "onde há fumo há fogo". Espero que a verdade apareça, e não se use um extintor milagroso.

Já agora, lembram-se desta frase: "Eu não sou autoritário, sou impositivo". Esta frase foi dita pelo senhor PM numa entrevista na TV. Será que acha que o portugueses não conhecem sinónimos??

sexta-feira, 24 de Abril de 2009

"Mais Escola?" - Daniel Sampaio

Merece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança. Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.
Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.
O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?
Importa também reflectir sobre as funções da escola. Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.
A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja. Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.
Aos professores, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.

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sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Coisas de "vips"

Não sou pessoa dedicada à leitura de revistas cor-de-rosa, mas não nego que, ocasionalmente, quando me aparece alguma por perto, passo os olhos pelas parangonas e me entretenho a “apreciar” as alterações faciais, entre outras coisas, de algumas das ditas “figuras públicas” do nosso país.
No entanto, sempre que estas incursões acontecem, são raras as vezes, que não fico incomodada. Ou porque me irrita a relevância, descarada e abusiva, atribuída ao quotidiano de alguns destes “heróis” que nunca souberam o que significa trabalhar ou produzir algo de significativo e engrandecedor para o país que os alimenta, ou irritam-me os auto-elogios descabidos e arrogantes protagonizados por algumas destas figurinhas públicas.
Hoje, ao folhear uma dessas revistas, não me irritei! Ri-me de gozo, mas de gozo mesmo!
Então não querem lá ver que uma tal de taróloga, de seu nome Maya, diz não ter dúvidas que ela, a própria, teria sido uma melhor capa de revista para primeiro número da versão portuguesa da Playboy?
Tendo em conta que a escolhida para o “cargo”, foi uma jovem sensual, chamada Mónica Sofia, dá para aconselhar à senhora acima referida, umas lentezitas graduadas para que se possa enxergar melhor.
Longe de mim, pôr em causa a importância da senhora Maya para sociedade portuguesa, que aliás, a própria reivindica, ou a potencialidade da elegância da senhora Maya.
Os seus atributos naturais, aliados às várias operações plásticas a que se submeteu, segundo fontes das ditas revistas, e aos milagres do Photoshop, não a deixariam ficar mal na fita, com certeza.
Mas, daí a considerar-se uma melhor opção, vou ali e já volto!
Tremendo convencimento!